LOST
12/08/2010
Deixei de ver séries.
Ou melhor, até acabar esta, não vejo mais nenhuma.
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Published nissan LEAF.
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Shared Nikita S01E01 HDTV XviD-LOL.
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Shared Pearl Jam @ RTP 2.
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Shared Smart E-Scooter.
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Shared Opel GTC Paris Concept.
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Shared iPod nano review (2010).
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Archive of articles classified as' "TV Show"

Nunca cheguei a falar por cá do Hung, uma das últimas séries que comecei a ver no ano passado, já em plena época de pausa.
Inicialmente (e acabou por ser por isso que a acrescentei à minha lista), pensei tratar-se de um género de Californication, como um “baralhar e voltar a dar” por parte da HBO para fazer concorrência à Showtime. Mas logo após o primeiro episódio apercebi-me que não, que era muito mais que isso.
A premissa é simples (cuidado que vão começar os spoilers).
A personagem principal, Ray Drecker, é professor num liceu americano e treinador da equipa de basketball. Apesar de ter sido um daqueles típicos superstars americanos no liceu e de prometer uma brilhante carreira no basket, devido a uma lesão a vida do Ray passa ao lado daquilo que ele sonhou.
Quando o conhecemos, Ray está divorciado e a viver com os seus dois filhos, tendo a sua ex-mulher (uma beauty queen do liceu) trocado-o por um antigo colega de liceu, na altura um “cromo” mas que agora é cirurgião plástico. A somar a isto, Ray está em risco de perder o emprego por causa da malfadada crise, a equipa que treina não ganha um único jogo há demasiado tempo e, como se tudo isto já não bastasse, a casa de Ray pega fogo.
Assim, Ray encontra-se com a responsabilidade de criar dois filhos, sem casa, sem emprego e sem futuro.
E é aí que Ray, por incentivo de um workshop de “crie o seu próprio negócio”, toma a decisão de aproveitar o seu único natural gift (ter uma pila grande) e tornar-se male hooker.
Mais uma vez, apesar de tudo parecer levar para uma série do tipo do Californication, o resultado final não podia estar mais longe e, estranhamente, trata-se de uma verdadeira lição sobre vencer as surpresas e contrariedades que a vida nos traz, contando a história de um homem simples que se viu forçado a fazer algo que nunca se imaginara fazer.
A segunda série começou ainda agora mas pelo que nos deu a conhecer, parece seguir a mesma linha, com a história a tomar um rumo coerente e interessante.
O episódio da semana passada, “Just the Tip” (o nome advém do facto de o Ray ter medo de fazer amor com uma cliente grávida, pelo que limita o seu “raio” de “acção”) tem alturas em que nos faz rir, outras em que nos faz pensar e muitas onde nos identificamos com um prostituto. E não há muitas séries que se possam gabar disto.
Recomendo que a comecem a seguir, especialmente enquanto ainda é fácil apanhar a história. É tempo bem gasto.
Queria fazer uma pequena review deste espectacular episódio do Supernatural mas o io9 escreve-o melhor que ninguém.
Undoubtedly the best part of the show, however, was the way Death finally gave us the wide-screen view of the apocalypse that we should have gotten two weeks ago when we met the other gods. With his evocation of galaxies beyond our own, and his assertion that he will one day “reap God,” Death makes it clear in just a few well-written lines that there are powers far beyond the ones orchestrating our wee Apocalypse. Suddenly we see beyond the confines of Judeo-Christian-Islamic whatever and realize that Death is a force that goes way beyond our conflict – or “above my paygrade,” as Dean puts it.
This is the kind of smart, funny, mind-blowing stuff that brings me back to Supernatural week after week. You’ve got knife fights, and family drama, and then suddenly you’re contemplating the way Death is the thread that passes through everything in the universe.
A apenas um episódio do fim, deixa-me mesmo muito curioso o caminho que esta serie vai tomar na próxima temporada. Espero, sinceramente, que não estraguem uma das melhores series que já vi. Mas mesmo que estraguem, foi simplesmente excelente o caminho até aqui.
Acabei agora de ver esta série. Foi, sinceramente, das coisas mais fantásticas que já vi. Recomendo VIVAMENTE.
Belive in me, who belives in you.

Melhor. Episódio. De. Sempre.
Melhor. Final. De. Temporada. De. Sempre.
PIOR CLIFFHANGER DE SEMPRE!
Vou em menos de 20 minutos do episódio novo de Prison Break e já é a segunda vez que me apetece cortar os pulsos. Tamos bem, tamos!
No seguimento de uma conversa com uma amiga, voltei a lembrar-me disto.
Chega de brincadeiras. Já vamos na quarta temporada e o gajo ainda não cumpriu a promessa?
Correndo o risco de publicar um enorme spoiler, há coisas que simplesmente têm de ser ditas.
Por muito fixe que esta temporada esteja a ser, até porque está mesmo, isto não faz sentido. Mesmo ela diz isso.
…ou como quase arruinar uma série espectacular em 10 segundos.
(o Hank tá a deixar de fumar e nem é à homem: é com adesivos de nicotina)
Houve um leak dos dois primeiros episódios desta que, ao que parece, em tempos já foi a minha série preferida e uma das melhores que já vi.
O primeiro episódio não tá grande treta, tem cenas perfeitamente parvas e longe da beleza da temporada anterior, mas o segundo já parece estar a ganhar o ritmo. É inserida uma personagem nova que, sem querer criar um Spoiler, tem muitas semelhanças com o Sr. Tyler Durden.
De qualquer forma, duvido que não vá ver esta temporada. Anyway, fica um feeling algo… “sensível”.
Depois de uma interrupção devido à famosa greve de argumentistas, o House está finalmente de volta.
Para comemorar, resolvi mimar-me e ver este episódio a 720pp. A principio achei mais ou menos a mesma coisa: Notava a diferença na imagem, mas nada de especial. Só quando vi um outro episódio na qualidade a que estou habituado é que me apercebi bem das diferenças… Não tem comparação possível!
Alguém me explica como é que eu vou conseguir voltar à resolução habitual?
Vi hoje o último episódio do Prison Break, “Bang and Burn”.
Foi porreiro, sim, mas o que me preocupa mesmo é o facto de o próximo episódio só sair dia 14 de Janeiro de 2008, por causa da Greve dos Argumentistas.
Por favor magnatas dos estúdios de Hollywood, dêem-lhes o que eles quiserem! Se quiserem eu ajudo a pagar!
Agora só espero que isto não se alastre pelas restantes séries que ando a seguir…
Já agora, um pequeno SPOILER.
Alguém reparou que quando o gajo do helicóptero cai, o Scofield e o Whistler não estão lá pendurados? Eis o screen.

Californication é uma nova série com o David “Mulder” Duchovny. Em resumo, é a história de um escritor a enfrentar um género de crise da meia idade.
Por cada episódio que vejo, fico cada vez mais com a impressão que era exactamente isto que eu gostava de escrever. Vejam-na. Eu recomendo vivamente.
Vi hoje o primeiro episódio da segundo temporada do Shark (“A lei do mais forte” cá em Portugal).
Para minha surpresa, mudaram os créditos iniciais, incluindo a música de fundo, que eu tanto gostava. Agora tem um ar mais “neo” qualquer coisa que pessoalmente não me agrada. Mas bem, por outro lado, parece ser uma resposta directa ao que foi escrito aqui.
Vejam a novidade por vocês próprios e digam de vossa justiça.
Primeiro que tudo, um pequeno aparte. Acabei hoje/ontem de ver a segunda temporada do Prison Break. Para não me alongar muito, deixem-me muito simplesmente dizer: Que série espectacular. É incrível a quantidade de reviravoltas que conseguem dar para nos prenderem cada vez mais.
Mas há uma questão que me atormenta: Sou só eu quem se lembra disto?
(Westmoreland collapses)
C-Note: Hey hey hey!
Michael: Charles…
C-Note: You ok old man?
Westmoreland: No…
Michael: Lets take a look. (lifts up Westmorelands shirt to look at the wound) Its just a few more steps. You can make it.
Westmoreland: Oh, I can make it another foot, maybe 2. But why? I wasnt goin for me. I was goin for my daughter. And you can do that. WILL YOU PROMISE ME?
Michael: YES, I PROMISE.
Westmoreland: Money… buried under a silo at the Double K Ranch, just outside of Tooele, Utah. Theres plenty to split…The government didnt want any more embarrassment after I took off with the money so they low-balled it in the papers. Truth is, Michael…its not 1 million under that silo. Theres 5 million dollars there.
Será que o Michael se esqueceu da promessa? Que será feito da filha do Westmoreland? Será que ainda está viva?
Eu se fosse a ti Michael, tinha muito cuidadinho! Com estas coisas do além não se brincam.

Completamente agarrado após ter visto a primeira temporada, só me resta uma solução para sossegar este vicio: ver mais e mais e mais.
Muito sinceramente, depois de tanto e tão bem ter ouvido falar sobre esta série, nunca pensei que ela sobrevivesse às minhas expectativas. Mas porra que esta série é mesmo louca!
Agora se me dão licença, tenho o “Scan” para acabar de ver.
(Deixem-me que vos diga: que rico cliffhanger que arranjaram para o final da primeira temporada! Mas quer tudo matar-me do coração?)

Acabei agora mesmo de ver o primeiro episódio da quarta temporada do House. Tenho a dizer que gostei, que me fez recordar o porquê de ter ficado agarrado a esta série logo a partir do primeiro episódio que vi.
Agora por favor, tentem aguentar mais do que quatro episódios antes de voltarem a pôr a equipa original. Quero ver o Dr. House a gozar com gente nova!
(Já agora, também repararam nas cenas com ângulos estranhos?)
